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Absolute by Sonance apresenta a TRIBUTE Series

Nova linha de caixas acústicas de embutir une a experiência da Absolute à engenharia da Sonance para integrar música e cinema à arquitetura.

A Absolute apresenta a TRIBUTE Series, resultado da colaboração Absolute by Sonance. Com os modelos RX6, RX8 e LCRX6, a nova linha reúne soluções para instalação no teto e na parede, atendendo desde a reprodução de música no dia a dia até experiências envolventes de cinema em casa.

Desde 2003, a Absolute desenvolve soluções de áudio e vídeo voltadas às necessidades de integração. Presente em milhares de instalações residenciais e corporativas, a marca construiu sua trajetória combinando desempenho, confiabilidade e praticidade, com atenção às demandas dos profissionais e à experiência de quem utiliza seus produtos.

A Sonance acrescenta a essa parceria mais de quatro décadas de inovação em áudio arquitetônico. Pioneira nas caixas acústicas de embutir em parede desde 1983, a empresa ajudou a estabelecer uma nova relação entre som e espaço: oferecer qualidade sonora com presença visual discreta, respeitando a arquitetura e o design de interiores. Essa visão consolidou a Sonance como uma referência mundial no segmento.

A TRIBUTE Series traduz essa afinidade em uma família de produtos com aplicações complementares. A experiência da Absolute em integração encontra a engenharia acústica da Sonance em caixas desenvolvidas com modelagem computacional e materiais selecionados para favorecer a definição de vozes e instrumentos. Telas magnéticas de perfil ultrafino, que podem receber pintura, permitem harmonizar o acabamento com paredes e tetos, preservando a proposta estética de cada ambiente.

Absolute TRIBUTE Series RX6 e RX8

Os modelos RX6 e RX8, de embutir no teto, oferecem versatilidade para projetos de som ambiente e reprodução estéreo L/R. Em salas de estar, quartos ou espaços de convivência, permitem distribuir a música sem ocupar móveis ou áreas de circulação. O direcionamento dos falantes ajuda a orientar a reprodução para a região de audição, adaptando o som ao uso do espaço. Em home theaters convencionais, também podem assumir canais frontais LCR e surrounds, conforme a proposta do projeto.

Absolute TRIBUTE Series LCRX6

A LCRX6 amplia essas possibilidades com seu formato retangular e instalação embutida na parede. Aplicada como par estéreo L/R ou nos canais esquerdo, central e direito de um home theater, aproxima a origem do som da imagem, valorizando os diálogos e a percepção dos acontecimentos na tela. Sua instalação vertical ou horizontal facilita a composição ao redor do televisor. Em private cinemas, o modelo também pode ocupar as paredes laterais e traseiras como Surround Side e Surround Back, envolvendo os espectadores com os efeitos da trilha sonora. proposta do projeto.

Essa complementaridade ganha destaque nos projetos Dolby Atmos. Enquanto as LCRX6 podem formar os canais frontais e surrounds nas paredes, as RX6 e RX8 acrescentam os canais de altura no teto. Cada modelo contribui para uma dimensão da experiência, permitindo perceber sons ao redor e acima da posição de audição. Com materiais e tecnologias em comum, a linha oferece aos projetistas opções para combinar diferentes posições de instalação em uma mesma proposta acústica.

Subwoofers Absolute Terra SW-T8 e SW-T10

Para completar o conjunto, os subwoofers Absolute Terra SW-T8 e SW-T10 acrescentam extensão e presença nas frequências mais baixas. Na música, contribuem para o corpo dos instrumentos e a percepção do ritmo; no cinema, reforçam o impacto dos efeitos e a intensidade das trilhas sonoras. Seu design compacto facilita a integração com os ambientes atendidos pela TRIBUTE Series.

Conheça as aplicações e os detalhes de cada produto nas páginas oficiais da Absolute:

Fonte: AG Marketing

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Listening bars: o prazer de ouvir com McIntosh

Uma viagem por ambientes que aproximam música de alta fidelidade e convivência

Há noites em que uma música muda o ritmo da conversa. Alguém reconhece os primeiros acordes, outro pergunta quem está tocando, e a mesa passa a dividir uma descoberta. Os listening bars criam o ambiente para prolongar esse momento. Neles, a escolha dos discos e a qualidade da reprodução recebem a mesma atenção dedicada aos coquetéis e à hospitalidade.

Com raízes nos jazz kissa japoneses, cafés dedicados à apreciação de jazz, esses espaços levaram a escuta atenta para novas cidades e públicos. O vinil e a curadoria ajudam a definir sua identidade. Em diferentes endereços pelo mundo, os equipamentos McIntosh participam dessa forma acolhedora de sair para ouvir música.

O encanto começa no repertório. Um álbum pode apresentar um artista desconhecido, recuperar uma lembrança ou revelar uma gravação por outro ângulo. Há prazer em acompanhar a sequência escolhida por alguém que conhece os discos e quer compartilhá-los. A música ganha tempo para se desenvolver, enquanto o ambiente convida a ficar mais um pouco.

A McIntosh traz para esse encontro uma história iniciada em 1949 e uma identidade visual reconhecida por gerações de apaixonados por áudio. Os medidores de potência iluminados em azul e os painéis de vidro fazem parte dessa linguagem. Instalados à vista, entre discos ou junto ao balcão, os equipamentos também comunicam o cuidado que o lugar dedica à experiência musical.

Essa presença se apoia em um trabalho que combina engenharia e fabricação artesanal. Na fábrica de Binghamton, no estado de Nova York, o desenvolvimento de um McIntosh passa por sucessivos refinamentos antes de chegar à produção. Em um listening bar, essa atenção encontra um contexto especialmente interessante: o sistema participa da personalidade da casa e acompanha cada escolha de repertório.

Em Austin, no Texas, o Equipment Room ocupa uma antiga sala de equipamentos no subsolo do Hotel Magdalena. A inspiração japonesa se encontra com a cultura musical local em um espaço intimista, construído ao redor de uma coleção de discos e do prazer de ouvi-la. A relação com o som está até no nome da casa, que transforma a infraestrutura do hotel em destino para uma noite de música.

Equipment Room no Hotel Magdalena com sistema McIntosh

No subsolo do Hotel Magdalena, o Equipment Room reúne uma coleção de discos e um sistema que inclui os McIntosh C22 e MC152

O sistema divulgado pelo bar inclui o pré-amplificador valvulado McIntosh C22 e o amplificador de potência McIntosh MC152. O projeto envolve atenção à acústica e à maneira como cada gravação é apresentada, em conjunto com iluminação, serviço e gastronomia. É uma boa tradução da proposta de um listening bar: criar condições para que o visitante se acomode, perceba a música e queira acompanhar o próximo disco.

Em Nova York, o Tokyo Record Bar acrescenta uma ideia divertida à experiência. A casa reúne um lounge de escuta no nível da rua e, no subsolo, um jantar em que os próprios convidados ajudam a escolher a trilha sonora. A seleção parte de um acervo de vinil e acompanha um menu de sete etapas. A curiosidade passa a circular entre a mesa e os discos, com descobertas que podem vir tanto da cozinha quanto da escolha de outro visitante.

Tokyo Record Bar em Nova York

O Tokyo Record Bar combina gastronomia e cultura do vinil, com um Cocktail Bar equipado em parceria com a McIntosh.

No Cocktail Bar, a parceria com a McIntosh equipa o ambiente com um sistema de áudio voltado à escuta de alta fidelidade. A programação de DJs em vinil dá continuidade à proposta. Para quem visita, a combinação cria diferentes maneiras de aproveitar a noite: participar da seleção musical durante o jantar ou se acomodar no lounge e deixar a curadoria conduzir a experiência.

Mais ao sul, o Miami Sound Bar leva a inspiração dos bares de Tóquio ao centro histórico de Miami. Sua proposta acolhe tanto quem já conhece o universo da alta fidelidade quanto quem está chegando agora. Uma coleção de vinil e coquetéis cuidadosamente preparados compõem a experiência, em um ambiente pensado para ouvir e conviver. A presença de amplificação McIntosh, registrada na seleção internacional da marca, aproxima a identidade musical da casa de uma tradição reconhecida do áudio.

Miami Sound Bar com amplificação McIntosh

O Miami Sound Bar leva a inspiração dos bares de escuta de Tóquio ao centro histórico de Miami, com amplificação McIntosh.

Em Trondheim, na Noruega, o Bar Moskus aproxima apresentações ao vivo e sessões dedicadas aos discos. Entre uma apresentação e outra, o sistema McIntosh acompanha a vida do bar. Os medidores azuis aparecem entre as garrafas, enquanto as caixas se integram às estantes de vinil. O som faz parte da identidade do lugar.

Bar Moskus em Trondheim com sistema McIntosh

No Bar Moskus, em Trondheim, o sistema McIntosh participa de um ambiente que aproxima apresentações ao vivo e escuta de vinil.

Esses endereços sugerem uma forma interessante de pensar a hospitalidade. O repertório ajuda a contar quem o lugar é; o sistema de som dá a essa escolha condições para ser apreciada. Para levar a ideia a um novo projeto, vale tratar acústica, disposição das mesas e posicionamento das caixas como partes da mesma experiência. O objetivo é construir um ambiente em que a música tenha presença e a permanência seja agradável.

É nessa relação entre escuta e ambiente que a Sonus faber oferece uma inspiração particularmente rica. A fabricante italiana desenvolve caixas acústicas a partir de uma filosofia que aproxima sua construção da criação de instrumentos musicais. O uso de materiais naturais, o trabalho artesanal e o cuidado com o ajuste sonoro definem o que a marca chama de Natural Sound. São princípios que dialogam com o prazer de reconhecer a textura de uma voz e acompanhar o desenvolvimento de uma interpretação.

O design faz parte dessa proposta. Na Serafino, por exemplo, madeira e couro italiano compõem uma presença que pode dialogar com o mobiliário e os materiais do ambiente. Para quem deseja criar um espaço de escuta inspirado nos listening bars, a combinação de eletrônica McIntosh e caixas Sonus faber oferece um caminho a explorar, com a escolha dos modelos orientada pelas dimensões do local, pela acústica e pela experiência pretendida.

Em Chelsea, Nova York, a House of Sound permite conhecer essa aproximação em um centro de experiências dedicado ao áudio, à arte e ao design. Seus ambientes de escuta apresentam sistemas com McIntosh e Sonus faber em uma casa preparada para receber visitantes. A afinidade com a cultura dos listening bars está no convite a reservar tempo para a música e perceber como som e espaço podem se complementar.

House of Sound com sistemas McIntosh e Sonus faber

Em New York, a House Of Sound oferece experiências McIntosh e Sonus faber.

Ao conhecer esses lugares, fica fácil imaginar a ideia em outras escalas: um bar intimista, um lounge de hotel ou uma sala em casa preparada para receber amigos. O ponto de partida pode ser um disco que merece ser ouvido com calma. McIntosh e Sonus faber ajudam a dar forma a esse desejo, com equipamentos em que reprodução musical e presença visual recebem atenção especial.

No Brasil, conheça as soluções McIntosh e Sonus faber com a Audiogene e sua rede de revendedores. Há muito para descobrir quando a música encontra o seu lugar.

Fonte: AG Marketing

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Savant AI vence CEDIA Smart Home Awards 2026

Conversação natural permite criar e ajustar cenas, explorar recursos da
casa e personalizar a experiência de uso.

O Savant AI recebeu o prêmio de Best New Software (Melhor Novo Software) no CEDIA Smart Home Awards 2026. A solução está entre os três produtos reconhecidos nessa categoria global, com resultado anunciado em 3 de setembro, durante a cerimônia das Américas, realizada no Colorado Convention Center, em Denver, nos Estados Unidos.

CEDIA

Ao divulgar a conquista, a Savant destacou uma proposta centrada na compreensão de intenções e contexto. O assistente interpreta pedidos em linguagem natural e os transforma em experiências coordenadas. O objetivo apresentado pela marca é aproximar a tecnologia instalada daquilo que o morador deseja fazer ou sentir em cada ambiente.

Preparar o ambiente para relaxar é um dos exemplos descritos pelo jornalista Rob Stott, da Connected Design, após visitar o Savant Experience Center, em Nova York. Sua reportagem de 12 de agosto apresenta este pedido, em tradução livre: “Estou cansado e quero ouvir música tranquila. O que você recomenda?” Também cita instruções específicas, como ajustar a temperatura de cor da iluminação e baixar as persianas até a metade.

Cenário residencial com persianas e iluminação automatizadas

Em seu teste, Stott refinou por diálogo uma cena que incluía a TV sintonizada na ESPN e programação para a chegada em casa. Ao final, o assistente ofereceu a opção de salvar os ajustes para reutilização, permitindo recuperar posteriormente a experiência configurada.

O relato também informa que cenas existentes podem ser acionadas por voz. Na criação da nova cena, Stott não precisou navegar por aplicativos ou escrever código. O benefício observado foi conseguir personalizar o ambiente durante a própria conversa, mesmo estando naquele espaço pela primeira vez.

A publicação retomou essa experiência em 20 de agosto e explicou sua relevância para o morador: muitas pessoas sabem qual atmosfera procuram, mas não necessariamente qual temperatura de cor, posição das persianas ou fonte de áudio deve ser selecionada para obtê-la. Criar uma cena a partir dessa intenção e refiná-la por diálogo torna a interação mais próxima da maneira como as pessoas descrevem seus ambientes. Nesse contexto, a conversa funciona como uma forma de definir preferências sem começar pelos parâmetros técnicos.

Outra função anunciada pela Savant é orientar o usuário sobre o que a casa conectada pode fazer. O assistente foi concebido para apresentar recursos, recomendar experiências e executá-las. Para o morador que conhece apenas parte do sistema, essa proposta oferece um caminho para explorar a instalação: pedir orientação, conhecer possibilidades e colocar uma sugestão em prática. A finalidade é facilitar o aproveitamento dos recursos já disponíveis na residência.

Os benefícios previstos também alcançam os integradores. A fabricante anuncia configuração facilitada pelo aplicativo e apoio aos processos de serviço e suporte ao longo do projeto. Seu objetivo é economizar tempo, reduzir a complexidade operacional e ampliar oportunidades de negócio. A orientação ao usuário e as ferramentas destinadas ao profissional fazem parte dessa mesma proposta, que combina o uso cotidiano da casa com o trabalho de implantação e acompanhamento do sistema.

Essa evolução se conecta ao SavantOS 12, prevista para o final de 2026 unificará preparará a experiência de conversação com o Savant AI. Na análise da Connected Design, uma base comum permite iniciar um projeto de menor alcance, como iluminação ou persianas, e manter um caminho para sua expansão. Para o integrador, essa flexibilidade favorece a adequação do projeto às necessidades iniciais do cliente.

Em sua cobertura de 20 de agosto, a CE Pro informou que o assistente seria oferecido por assinatura, ainda sem uma data exata de lançamento. As demonstrações documentam recursos de uso, enquanto os anúncios da fabricante apresentam a evolução planejada da plataforma e das ferramentas profissionais.

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ROEHN apresenta BIANNI no LED Forum 2026

Nova coleção de keypads arquitetônicos nasce da colaboração entre Henry Lua, fundador e CEO da ROEHN, e o designer belga Wesley Demeester, do Studio NUR.

A ROEHN apresenta BIANNI no LED Forum 2026, um dos principais eventos de lighting design do Brasil. A nova coleção de keypads arquitetônicos é a primeira criação resultante da colaboração entre Henry Lua, fundador e CEO da ROEHN, e o designer belga Wesley Demeester, do Studio NUR.

BIANNI nasce de uma visão compartilhada: criar objetos tecnológicos capazes de se integrar naturalmente à arquitetura, combinando design, tecnologia e craftsmanship em perfeito equilíbrio.

Tecnologia que se torna parte da arquitetura

Engenheiro eletrônico e CEO da ROEHN, Henry Lua reúne mais de 20 anos de experiência nos segmentos de Smart Home e Lighting Control, combinando conhecimento técnico, desenvolvimento de produtos e uma visão particular sobre a maneira como a tecnologia deve fazer parte dos espaços onde vivemos.

Wesley Demeester é um designer belga reconhecido por sua abordagem refinada ao desenvolvimento de peças arquitetônicas e pela atenção aos detalhes, proporções, materiais e acabamentos.

Seu trabalho explora a relação entre design contemporâneo, engenharia e métodos de produção artesanal.

A afinidade entre essas duas visões deu origem a uma colaboração que vai além de uma única coleção. Wesley passa a integrar o time ROEHN no desenvolvimento de uma linha completa de keypads, acessórios e luminárias, concebida a partir de uma mesma filosofia:

A tecnologia não deve competir com a arquitetura, mas tornar-se parte dela.

BIANNI — Designed to Inspire

A primeira expressão dessa colaboração é BIANNI.

A coleção traduz os principais valores da ROEHN por meio de formas minimalistas, proporções cuidadosamente estudadas, estética refinada, simplicidade de uso e precisão construtiva.

Cada detalhe foi pensado para proporcionar uma interação simples e intuitiva. Ao mesmo tempo, sua presença visual foi concebida para estabelecer uma relação harmoniosa com a arquitetura e com os diferentes materiais presentes no ambiente.

BIANNI transforma, assim, um elemento tradicionalmente técnico — o keypad — em um objeto arquitetônico.

Materiais que revelam o tempo e o toque

A coleção BIANNI é produzida em latão, escolhido por suas características físicas, sua presença e sua capacidade de receber acabamentos de grande profundidade e riqueza visual.

Cada peça recebe acabamento artesanal individual, criando superfícies com nuances e características próprias.

A coleção é apresentada em sete acabamentos, cuidadosamente desenvolvidos para dialogar com diferentes materiais, interiores e expressões da arquitetura contemporânea:

Satin Nickel · Satin Brass · Satin Copper · Satin Antique Brass · Satin Dark Bronze · Clouded Light Bronze · Clouded Bronze

Mais do que simples variações de cor, os acabamentos foram concebidos como parte integrante da identidade da coleção.

Isso permite que arquitetos e designers estabeleçam diferentes relações entre o keypad e os metais, pedras, madeiras, tecidos e demais elementos presentes em cada projeto.

Design Meets Technology

BIANNI representa uma nova etapa na visão da ROEHN sobre tecnologia residencial.

Uma visão na qual engenharia e design deixam de ser disciplinas independentes e passam a trabalhar como uma única linguagem, criando produtos simultaneamente tecnológicos, intuitivos, precisos e atemporais.

O resultado é uma coleção concebida não apenas para controlar um ambiente, mas para fazer parte dele.

ROEHN BIANNI — Designed to Inspire.

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Savant AI: a casa inteligente em uma nova era

Atualmente em fase beta, o Savant AI representa a próxima grande evolução do ecossistema Savant, com lançamento público a ser confirmado em breve pela marca.

Essa atualização marca uma evolução decisiva para a Savant porque combina inteligência artificial, linguagem natural, cenas personalizadas, iluminação avançada, entretenimento, climatização, segurança e energia em uma experiência muito mais fluida. Em vez de navegar por menus, procurar funções ou lembrar nomes exatos de cenas, o usuário simplesmente fala o que deseja. O sistema interpreta, executa e responde de forma natural.

É a diferença entre controlar uma casa e conversar com ela.

“A verdadeira casa inteligente não é aquela que apenas obedece comandos, mas aquela que entende o momento.”

Uma casa que entende o que você quer

O grande salto do Savant AI está na capacidade de interpretar pedidos em linguagem natural. Isso significa que o usuário não precisa decorar comandos rígidos ou frases específicas. Ele pode falar como falaria com uma pessoa:

“Prepare a sala para assistir a um filme.”
“Deixe a casa pronta para receber visitas.”
“Estou indo dormir. Desligue tudo, mas mantenha uma luz suave no corredor.”
“Ajuste a área gourmet para um jantar mais aconchegante.”
“Coloque a casa em modo festa.”

A partir desse tipo de pedido, o Savant AI pode orquestrar múltiplos sistemas de forma coordenada: luzes, persianas, climatização, áudio, vídeo, segurança e cenas personalizadas. O resultado é uma experiência mais simples para o usuário e muito mais sofisticada na prática.

A automação deixa de depender de ações isoladas e passa a responder ao contexto.

Português do Brasil com naturalidade

Para o mercado brasileiro, um dos pontos mais importantes é o suporte pleno ao português do Brasil. O Savant AI entende e responde em português, permitindo que a experiência seja realmente natural para o usuário local.

Isso muda completamente a relação com a casa inteligente. Em vez de comandos em inglês, traduções improvisadas ou frases pouco intuitivas, o usuário pode interagir no idioma do seu cotidiano:

“Acenda a luz da cozinha em 40%.”
“Deixe a sala mais aconchegante.”
“Abra as cortinas e coloque uma música tranquila.”
“Está muito claro aqui. Pode suavizar a iluminação?”
“Vou receber amigos hoje à noite. Prepare a casa.”

Além disso, o Savant AI alterna rapidamente entre idiomas, acompanhando com naturalidade casas, famílias e convidados que transitam entre português, inglês e outros idiomas. Em um ambiente internacional, isso torna a experiência mais inclusiva, flexível e elegante.

Linguagem natural em português

Cenas mais inteligentes, experiências mais humanas

O Savant sempre foi reconhecido por sua capacidade de criar cenas elegantes e integradas. Com o Savant AI, essas cenas ganham uma nova camada de inteligência.

Em vez de acionar apenas uma cena pré-programada, o usuário pode expressar uma intenção. O sistema interpreta o momento e aplica a combinação ideal de recursos.

  • Para um jantar, as luzes podem assumir tons mais quentes, o brilho pode ser reduzido, as persianas podem ser ajustadas e uma playlist ambiente pode ser iniciada.
  • Para um filme, a iluminação pode baixar suavemente, a TV ou o projetor pode ser preparado, o sistema de áudio pode ser ativado e a temperatura pode ser ajustada para maior conforto.
  • Para uma festa, a casa pode ganhar cores mais vibrantes, iluminação dinâmica, música em múltiplos ambientes e uma atmosfera mais envolvente.
  • Para o fim do dia, a casa pode reduzir estímulos visuais, criar uma luz mais suave, fechar cortinas, ajustar a climatização e preparar o ambiente para descanso.

O diferencial está na orquestração. O Savant AI não atua como um comando isolado sobre um dispositivo. Ele opera sobre uma plataforma residencial completa.

A cor certa para cada momento

A iluminação é uma das áreas mais impactantes da experiência Savant AI. A possibilidade de adequar as cores do ambiente a uma situação, evento ou estado de espírito transforma a casa em um espaço mais sensorial, expressivo e vivo.

Imagine dizer:

“Crie uma iluminação elegante para um jantar.”
“Deixe a sala com clima de cinema.”
“Coloque uma cor mais vibrante para a festa.”
“Quero uma luz relaxante para terminar o dia.”
“Prepare a varanda para um encontro ao pôr do sol.”

Com recursos de controle de cor, ajuste de temperatura de branco e cenas personalizadas, o Savant AI pode adaptar a atmosfera de cada ambiente com precisão. Tons quentes podem tornar um jantar mais acolhedor. Cores intensas podem criar energia para uma comemoração. Iluminação suave pode preparar o corpo para o descanso. Temperaturas mais neutras podem favorecer leitura, foco e produtividade.

A casa passa a responder não apenas ao que o usuário quer fazer, mas ao clima que ele deseja criar.

Controle natural de toda a casa

O Savant AI amplia a ideia de controle residencial ao integrar múltiplas categorias em uma única experiência conversacional.

Entre os principais benefícios estão:

Conforto imediato
Ajustes de iluminação, climatização, persianas e áudio podem acontecer de forma coordenada, sem que o usuário precise acessar telas ou controlar cada sistema separadamente.

Menos complexidade
A casa inteligente se torna mais fácil de usar para todos: moradores, familiares, convidados e pessoas que não estão habituadas a sistemas de automação.

Personalização real
Cenas, rotinas e preferências podem refletir o modo como cada família vive. A casa se adapta ao estilo de vida do usuário, e não o contrário.

Mais impacto em áudio e vídeo
Ambientes de cinema, música, TV e entretenimento ganham acionamento mais natural. Basta pedir o resultado desejado.

Iluminação emocional e funcional
A luz passa a acompanhar momentos: receber, relaxar, cozinhar, assistir, acordar, celebrar ou dormir.

Rotinas mais inteligentes
Chegada, saída, noite, viagem, economia de energia e segurança podem ser acionadas com mais facilidade e clareza.

Experiência multilíngue
Com suporte ao português do Brasil e alternância rápida entre idiomas, o Savant AI se adapta a diferentes usuários e contextos internacionais.

Exemplos de uso no dia a dia

A grande força do Savant AI aparece nos pequenos momentos da rotina.

Ao chegar em casa: “Cheguei. Deixe a casa confortável.”

A casa pode ajustar a temperatura, acender áreas de circulação, abrir persianas, ativar uma iluminação acolhedora e preparar a música preferida.

Na hora de receber convidados: “Prepare a casa para um jantar às oito.”

O sistema pode criar uma cena com luz mais quente, música ambiente, temperatura agradável e áreas sociais destacadas.

Durante um filme: “Modo cinema na sala.”

As luzes diminuem, o entretenimento é preparado e o ambiente assume uma atmosfera mais imersiva.

Antes de dormir: “Boa noite. Desligue a casa.”

Luzes, áudio, vídeo e sistemas não essenciais podem ser desligados, enquanto a segurança e pequenas luzes de orientação permanecem ativas.

Para uma festa: “Coloque a casa em clima de festa.”

A iluminação ganha cor, a música ocupa os ambientes certos e a casa assume uma energia mais vibrante.

Para foco: “Preciso trabalhar. Deixe o escritório mais claro e silencioso.”

A luz pode ficar mais funcional, a temperatura pode ser ajustada e distrações podem ser reduzidas.

Inteligência que valoriza o projeto

Para arquitetos, designers de interiores, lighting designers e integradores, o Savant AI também representa uma evolução importante. Ele torna mais fácil demonstrar o valor de um projeto residencial completo, porque a tecnologia fica menos visível como operação e mais presente como experiência.

O usuário não precisa entender a complexidade por trás da integração. Ele percebe o resultado: a casa responde com naturalidade, elegância e precisão.

Isso valoriza o projeto luminotécnico, o sistema de áudio e vídeo, as soluções de climatização, o controle de persianas, a segurança e a infraestrutura de energia. Tudo passa a trabalhar em conjunto, com uma interface mais humana.

Para o integrador, a linguagem natural também facilita o treinamento do cliente. Em vez de explicar dezenas de telas e comandos, é possível apresentar a casa por meio de situações reais: jantar, cinema, festa, relaxamento, viagem, chegada, saída e rotina noturna.

A casa como uma experiência integrada

O Savant AI não deve ser entendido apenas como um recurso de voz. Ele representa uma nova camada de interação sobre um ecossistema já reconhecido pela integração de iluminação, clima, entretenimento, segurança, energia e controle.

Essa é a razão pela qual a atualização coloca o Savant em outro nível.
A inteligência artificial ganha força porque está conectada a uma plataforma residencial completa. O sistema conhece os ambientes, as cenas, os dispositivos, as preferências e as possibilidades de cada projeto. Assim, a linguagem natural não é apenas uma forma diferente de acionar comandos. Ela se torna uma forma mais direta de viver a casa.

O usuário pede uma intenção. O Savant AI traduz essa intenção em experiência.

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Barco Heimdall: experiência de cinema para residências

“Com quatro modelos, a família de projetores RGB Laser da Barco Residential foi criada para atender desde Home Cinemas de alto padrão até salas Private Cinema em formato Cinemascope”.

A Barco Residential amplia sua presença no mercado de Home Cinema premium com a família Heimdall, uma linha de projetores desenvolvida para quem busca uma experiência de imagem mais próxima do cinema profissional, mas dentro de uma proposta viável para projetos residenciais de alto padrão.

A família é formada por quatro modelos: Heimdall, Heimdall+, Heimdall Cinemascope e Heimdall+ Cinemascope. Na prática, a escolha gira em torno de dois pontos principais: o formato da tela e o nível de brilho necessário para o projeto. Os modelos Heimdall e Heimdall+ são voltados para telas widescreen, enquanto as versões Cinemascope foram criadas para salas que privilegiam o formato mais largo, típico das grandes produções cinematográficas. Já o sinal “+” identifica as versões com maior saída de luz, indicadas para telas maiores ou projetos que exigem mais impacto visual.

O grande diferencial da linha está na combinação entre resolução nativa 4K, laser RGB, alto brilho, ampla reprodução de cores, baixo ruído e flexibilidade de instalação. A Barco apresenta o Heimdall como seu primeiro projetor residencial 4K nativo de chip único, com tecnologia RGB Laser e cobertura de até 98% do espaço de cor Rec.2020, referência importante para conteúdos HDR e produções atuais de alto padrão.

Private Cinema Wide

Para o consumidor, isso se traduz em uma imagem mais vibrante, luminosa e natural. Em vez de depender de uma lâmpada convencional, o Heimdall utiliza três fontes de laser — vermelho, verde e azul — para formar a imagem. O benefício é direto: cores mais ricas, maior estabilidade ao longo do tempo e vida útil estimada de 25.000 horas, mesmo em potência máxima.

Outro ponto importante é o brilho. O Heimdall e o Heimdall Cinemascope entregam 4.500 lúmens ANSI, enquanto o Heimdall+ e o Heimdall+ Cinemascope chegam a 6.000 lúmens ANSI. Em uma sala de cinema residencial, esse fôlego extra faz diferença principalmente em telas grandes, em conteúdos HDR e em cenas com alto contraste entre áreas claras e escuras.

A proposta, no entanto, não é apenas entregar uma imagem mais forte. O Heimdall também foi pensado para manter a experiência cinematográfica confortável. O nível de ruído típico fica em torno de 29 a 30 dB, uma faixa bastante baixa para um projetor RGB Laser dessa categoria. Em termos práticos, isso significa que o equipamento pode operar sem se tornar uma presença sonora incômoda durante filmes, séries, esportes ou games.

As versões Cinemascope merecem atenção especial em projetos Private Cinema. Elas foram desenvolvidas para salas com telas largas, em proporções próximas às usadas no cinema. O recurso de detecção automática de formato permite que diferentes conteúdos sejam exibidos na proporção correta, reduzindo a necessidade de ajustes manuais pelo usuário. Para quem deseja uma sala realmente cinematográfica, esse é um argumento forte: o sistema se adapta ao conteúdo, e não o contrário.

Private Cinema Cinemascope

A flexibilidade de instalação também é um dos principais gatilhos de compra. A linha Heimdall trabalha com múltiplas opções de lentes, permitindo que o projetor seja especificado para diferentes tamanhos de tela e distâncias de instalação. Isso facilita a vida de arquitetos, integradores e clientes, já que o projetor não precisa obrigatoriamente ficar em uma posição única dentro da sala. Em alguns casos, as lentes FLDX/FLD+ exigem o adaptador York, detalhe que deve ser previsto no projeto e no orçamento.

A conectividade HDMI 2.1 reforça outro uso cada vez mais comum em salas residenciais premium: games em tela grande. Com suporte a altas taxas de quadros, a linha Heimdall atende não apenas cinéfilos, mas também famílias que desejam uma sala versátil para filmes, esportes, streaming e consoles de última geração.

No centro da experiência está a plataforma Pulse, da própria Barco, responsável por processar a imagem com baixa latência e alta precisão. Para o usuário final, o mais importante é o resultado: imagem fluida, resposta rápida e maior liberdade para ajustes de geometria, especialmente em salas personalizadas, onde tela, mobiliário, acústica e arquitetura precisam funcionar em conjunto.

Em resumo, a família Heimdall se posiciona como uma solução para projetos que exigem mais do que um projetor residencial convencional, mas que não necessariamente demandam a escala, o custo ou a complexidade de sistemas profissionais ainda maiores. É uma linha pensada para quem quer entrar em um patamar superior de imagem, com a assinatura da Barco Residential, mas mantendo foco em usabilidade, silêncio, flexibilidade e impacto visual.

Os quatro modelos da família Barco Heimdall

Modelo Formato de tela Brilho Indicação principal
Heimdall Widescreen / 4K nativo 4.500 lúmens ANSI Home Cinemas premium com telas médias ou grandes
Heimdall+ Widescreen / 4K nativo 6.000 lúmens ANSI Salas maiores, HDR mais impactante e maior reserva de brilho
Heimdall Cinemascope Cinemascope 4.500 lúmens ANSI Private Cinemas com tela larga e foco em filmes
Heimdall+ Cinemascope Cinemascope 6.000 lúmens ANSI Salas Cinemascope maiores e projetos de máximo impacto visual

Principais gatilhos de compra

  • Imagem com assinatura de cinema: A combinação de 4K nativo, laser RGB e ampla cobertura de cor oferece uma imagem mais rica do que a de projetores residenciais convencionais.
  • Brilho realista para telas grandes: Os modelos de 4.500 e 6.000 lúmens dão ao integrador mais margem para trabalhar com telas generosas, sem sacrificar presença visual.
  • Experiência Cinemascope sem complicação: Nas versões específicas, o formato largo é tratado de forma mais natural, com ajuste automático da proporção da imagem.
  • Baixo ruído: Em uma sala Private Cinema, silêncio é parte da experiência. Um projetor potente, mas discreto, ajuda a preservar a imersão.
  • Flexibilidade de projeto: Com diferentes opções de lentes, a linha Heimdall pode se adaptar melhor a salas existentes, obras novas, racks técnicos, cabines de projeção ou instalações integradas ao teto.
  • Longevidade do laser RGB: A vida útil estimada de 25.000 horas reduz a preocupação com manutenção periódica de lâmpadas e preserva a consistência da experiência ao longo do tempo.

Conclusão

A linha Barco Heimdall chega como uma resposta clara para um novo perfil de sala residencial: ambientes sofisticados, muitas vezes assinados por arquitetos, com telas grandes, alto nível de integração e uso variado entre cinema, streaming, esportes e games.

Mais do que uma atualização técnica, o Heimdall representa uma mudança de patamar na forma como o projetor pode participar de um projeto residencial premium: menos como um equipamento isolado e mais como o coração visual de uma sala Private Cinema.

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Novos Painéis COB MicroLED da AWALL

A Audiogene inicia a venda de painéis de microLED de nova geração com tecnologia COB da AWALL. A marca desenvolve painéis de LED que oferecem brilho impressionante, grande escala, excelente resolução e integração perfeita, tornando-se o elemento visual central para salas de entretenimento ou em aplicações comerciais.

Tecnologia COB de Última Geração

A tecnologia de display LED Flip-Chip Chip-on-Board (COB) da AWALL oferece pixel pitches mais reduzidos — de 1,2 mm até 0,7 mm — proporcionando maior durabilidade, confiabilidade e eficiência energética.

Tamanhos e Proporções de Tela

Os painéis estão disponíveis em uma variedade de tamanhos pré-configurados com suporte tanto paa as proporções 16:9 quanto 21:9 Cinemascope.

Tamanhos e Proporções de Tela

Tamanho Diagonal (pol.) Formato Pixel Pitch Dimensões (cm)
108 16:9 1.2 ou 0.9 ou 0.7 241 X 136
135 301 X 169
162 361 X 203
102 21:9 241 X 102
129 301 X 136

Também é possível adquirir painéis de dimensões personalizadas ou de 0.7mm, sob encomenda.

Alto Contraste e Alto Brilho

Experimente imagens impressionantes com displays que combinam alta luminosidade, nitidez e profundidade visual. A C Series apresenta taxa de contraste de 12.000:1 e brilho de até 1.200 nits, enquanto a I Series eleva a performance com contraste de 15.000:1 e brilho de até 2.000 nits. O resultado é uma experiência visual de alto impacto, com excelente definição, riqueza de detalhes e presença em qualquer tipo de conteúdo.

AWALL vencedor Best of Show CEDIA 2025, entre outros premiações

Mais Fino e Mais Leve

Essa nova geração de microLED é 45% mais leve e 55% mais fina do que os displays LED tradicionais. Os gabinetes com pixel pitch reduzido são projetados com um perfil ultrafino, permitindo instalações discretas que se integram ao ambiente.

Design Modular Sem Emendas perceptíveis

Os painéis microLED se conectam de forma contínua para se adaptar a qualquer ambiente.

Taxa de Atualização de 3840Hz

Taxa de atualização ultra-alta, que elimina arrasto de tela, desfoque e atraso — entregando uma imagem excepcionalmente suave e fluida.

Sem Burn-in e Baixa Manutenção

Os microLEDs têm vida útil superior a 100.000 horas, sem lâmpadas para substituir e sem burn-in — ideais para uso prolongado com baixa necessidade de manutenção.

Multi View

Com o recurso Multi-View, os usuários podem assistir facilmente a múltiplos jogos esportivos, transmissões e muito mais — ampliando as possibilidades e combinações de visualização.

Fácil de Limpar

Nosso display conta com uma superfície de fácil limpeza, que oferece conveniência e durabilidade — basta passar um pano macio para manter uma aparência impecável.

Zero Luz Azul Nociva

A tecnologia “Zero Harmful Blue Light” da AWALL protege seus olhos da luz azul de ondas curtas e alta energia, na faixa de 420 a 450 nm, permitindo visualização prolongada sem fadiga ocular e contribuindo para a saúde dos olhos a longo prazo

Ampla Gama de Cores

A tecnologia de display de ponta da AWALL atinge uma impressionante gama de cores de 115% NTSC, oferecendo renderização de imagem ultranítida, com reprodução de cores mais rica e vibrante.

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Audiogene
Experience Center promove setups Wilson Audio

Audiogene Experience Center foi desenhado para transformar especificação em experiência: ambientes com acústica controlada, automação e cenários de áudio/vídeo/iluminação que permitem comparar soluções e entender, na prática, o que muda quando tudo está corretamente integrado. Dentro dessa proposta, algumas salas receberam um setup especial — escolhas de componentes pensadas não apenas para demonstrar tecnologia, mas para traduzir o “porquê” do high-end em emoção, presença e escala.

A seguir, reunimos três desses ambientes, cada um com seu objetivo essencial e com um vídeo dedicado ao sistema instalado.

Sala Manhattan

Objetivo da sala

A Manhattan foi concebida para mostrar como áudio, vídeo e controle podem se fundir de forma natural: som ambiente com caixas de embutir, subwoofers integrados e, em outra etapa, um sistema multicanal com speakers Focal Cone Flax — tudo operável por cenas de áudio/vídeo/iluminação e com conforto de luz ajustável ao ciclo circadiano.

Setup especial da sala

Para marcar a chegada da Wilson Audio no Brasil, a Manhattan recebeu um par de Wilson Audio Sabrina V: um modelo de entrada que preserva o DNA musical e construtivo dos modelos superiores. A assinatura é clara: graves firmes, médios envolventes e agudos precisos — com liberdade estética para dialogar com o projeto, incluindo personalização de acabamento, tela e ferragens.

A amplificação fica por conta do McIntosh MA352, um integrado híbrido com pré valvulado e potência em estado sólido, com entrega de até 320 W por canal (em 4 Ω), além de EQ de 5 bandas, entrada phono e integração para uso em sistemas multicanal, para quem deseja as torres também no home theater.

Nas fontes, a proposta é unir conveniência e ritual: Naim Uniti Atom, para streaming em alta resolução e descoberta musical, além do McIntosh MT5, para a experiência analógica do vinil com estabilidade e controle preciso de velocidade.

Vídeo do setup na Manhattan:

  • Caixas Torre Wilson Audio Sabrina V
  • Amplificador integrado 2 canais McIntosh MA352
  • Streaming Naim Uniti Atom
  • Toca-discos McIntosh MT5

Sala Paris

Objetivo da sala

A Paris é um Private Cinema projetado para levar o áudio multicanal imersivo ao máximo, permitindo explorar possibilidades de setups, calibração avançada com múltiplos subwoofers e comparação de tecnologias de projeção. A própria construção do ambiente é parte do desempenho: a sala “flutua” sobre a estrutura, com tratamento acústico pensado para manter coerência e impacto.

Setup especial da sala

Com a chegada da Wilson Audio, a Paris recebeu um sistema estéreo que é, por si só, uma aula de história do high-end: o Wilson Audio “The WATT/Puppy”. Sua arquitetura modular e o conceito de alinhamento no domínio do tempo permitem refinar altura e ângulo em relação ao sweet spot, com o objetivo de fazer a informação chegar de forma coesa — resultando em foco, estabilidade e imagem sonora quase “holográfica”.

A força vem de dois McIntosh MC611 (600 W), com recursos de engenharia voltados a reduzir ruído, conter clipping e manter entrega plena em diferentes impedâncias, preservando a musicalidade mesmo em passagens mais exigentes. No controle, o Naim NSC 222 concentra pré, streamer e DAC; e, para elevar ainda mais a resolução, trabalha com a fonte externa NPX 300, reduzindo ruído e ampliando microdinâmica.

Vídeo do setup na Paris:

  • Caixas Torres Wilson Audio The WATT/Puppy
  • Amplificadores monobloco McIntosh MC611
  • Streaming e pré-amplificador Naim NSC 222 com fonte Naim NPX 300

Sala Los Angeles

Objetivo da sala

A Los Angeles foi pensada como um ambiente arrebatador, reunindo o melhor de áudio e vídeo: dois sistemas distintos (um high-end dedicado à música e um private cinema com equipamentos ocultos), projeção de última geração com imagem em grande formato, além de iluminação RGBW sincronizável e poltronas automatizadas — tudo integrado para imersão total

Setup especial da sala

A sala recebeu as Wilson Audio Alexia V, referência mundial em alta fidelidade. O diferencial é a possibilidade de ajuste fino e independente dos módulos (médio e agudo), viabilizando alinhamento preciso ao Sweet spot e uma apresentação de palco com escala, profundidade e recorte excepcionais.

Nos graves, a Alexia trabalha com dois woofers complementares:

    • 10″ para lower bass, trazendo profundidade e impacto;
    • 8″ para upper bass, reforçando definição e articulação no médio-grave.

A potência é entregue por dois monoblocos McIntosh MC1.25KW (1.200 W), mantendo autoridade e controle absoluto. O coração analógico é o McIntosh C2800 valvulado, com integração facilitada a automação (como Savant) e ampla conectividade. Para a fonte digital, o Naim NSS 333 (Classic 300) com a NPX 300 cria uma base silenciosa e resolutiva, elevando dinâmica, transparência e microdetalhes — com flexibilidade para integrar serviços de streaming e experiências multiambiente.

Vídeo do setup na Los Angeles:

  • Caixas Torre Wilson Audio Alexia V
  • Amplificadores monobloco McIntosh MC1.25KW
  • Pré-amplificador valvulado McIntosh C2800
  • Streaming Naim NSS 333 com fonte Naim NPX 300

Em todos os setups, utilizamos cabos Absolute Prestige para manter consistência de sinal e coerência do sistema do início ao fim.

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Audiogene
Wilson Audio ganha mostra de arte

UMA CELEBRAÇÃO A PERFEIÇÃO SONORA

Em um amplo espaço, de superfícies rústicas e atmosfera industrial, ergue-se no uma exposição cuidadosamente orquestrada: Wilson Audio Art Exhibition. No silêncio controlado do ambiente, a arquitetura original e crua cede protagonismo a uma paisagem de formas e acabamentos dedicados à estética da alta-fidelidade.

Sobre carpetes negros, elegantemente demarcados por organizadores de fila cromados unidos por cordas pretas trançadas, desenha-se o percurso de circulação entre os grupos de caixas acústicas.

Ao longo do percurso há estações de parada que reúnem grupo de caixas acústicas de um modelo específico. Assim, Sabrina V, The WATT/Puppy, Sasha V e Mezzo Center são exibidas em pequenos grupos, com variações de cor e acabamento que revelam a extensão e a precisão do trabalho artesanal da Wilson Audio.

No coração da exposição, a Chronosonic XVX ocupa uma área ampliada, permitindo que o visitante a contorne por completo. Cada ângulo revela novos detalhes de volume, proporção e engenharia, como uma escultura monumental de som.

Ao final do percurso, uma área dedicada reúne dezenas de amostras de acabamentos, organizada para oferecer, depois de conhecer cada modelo, uma visão clara das possibilidades visuais: texturas, brilhos, nuances de cor e profundidade que dialogam com tudo o que foi visto até ali.

Torres de luz com focos dirigidos recortam as linhas de cada gabinete, enfatizando curvas, junções, superfícies polidas e elementos metálicos. Ao longo de todo o ambiente, feixes de luz dourada percorrem o espaço, ecoando a cor do logotipo Wilson Audio e criando uma atmosfera de calor e sofisticação que contrasta com a rudeza do cenário industrial.

Wilson Audio Art Exhibition firma-se como o registro de um encontro entre design, engenharia e arte: uma exposição temporária, concebida para deixar um impacto permanente na memória de quem a atravessa.

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Audiogene
McIntosh - Beleza e Performance por Gerações

Desde 1949, em Binghamton, NY, a McIntosh inspira gerações de apaixonados por áudio com equipamentos feitos à mão e um cuidado quase obsessivo com engenharia e acabamento. A beleza hipnótica de seus produtos nasce de uma identidade visual única: o painel frontal em black piano de vidro, os lendários medidores de potência em “McIntosh Blue”, o logotipo iluminado e a tipografia em verde, elementos que transformaram a marca em um ícone instantaneamente reconhecível no universo do áudio high-end.

Esse legado de forma e função reflete a busca pela amplificação perfeita, unindo princípios de design industrial – contraste, hierarquia e equilíbrio visual – à máxima performance sonora.

McIntosh MX123, MC255 e MC257

A combinação do som quente dos valvulados com a robustez e o controle do estado sólido, sustentada por circuitos e transformadores proprietários desenvolvidos pela própria McIntosh, resulta em um “house sound” envolvente, detalhado e ao mesmo tempo confortável para longas sessões de escuta. Em muitos modelos, o brilho inicial alaranjado das válvulas que, ao atingir o ponto ideal de operação, se converte em um verde profundo, reforça visualmente essa sensação de precisão controlada e ritual de preparação antes da música começar.

McIntosh C12000

Do ponto de vista estético, cada amplificador é pensado como um objeto de design: o VU azul ocupa o centro da composição e estabelece o foco principal; a iluminação verde das válvulas pequenas e o brilho mais quente das válvulas maiores criam camadas de luz que sugerem profundidade e calor.

McIntosh Blue Meters VU

Os botões giratórios exibem um brilho radial que reforça a sensação tátil de controle preciso; faixas cromadas dialogam com superfícies metálicas opacas, explorando contraste entre reflexo e densidade.

O painel frontal em black piano é enquadrado por colunas em prata acetinada, enquanto as laterais em metal preto — ora texturizadas, ora lisas — equilibram robustez e elegância.

O dissipador levemente curvilíneo se aproxima de uma escultura funcional, e a face superior, muitas vezes revelando a organização eletrônica interna sob o vidro, conecta o observador à lógica do circuito.

McIntosh 275

Conectores banhados a ouro, cuidadosamente perfilados, e o logotipo em metal escovado que se projeta sobre o produto completam a hierarquia visual, funcionando quase como a assinatura em uma obra de arte.

McIntosh gallery

O portfólio da McIntosh inclui amplificadores, pré-amplificadores, integrados, processadores e streamers, todos produzidos em Binghamton com construção artesanal, processos de manufatura próprios e uma linguagem de design consistente que atravessa décadas sem perder atualidade. Em cada peça, a união entre engenharia e estética transforma equipamentos de áudio em objetos de desejo — feitos para serem admirados com os olhos, tanto quanto com os ouvidos.

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